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	<title>House Keeping Consultores Associados</title>
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		<title>Taxa básica de juros tem espaço para queda mesmo em períodos de recessão da economia</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Estudo do Ipea mostra que reduções na Selic não estimulariam a inflação</strong></p>
<p>Mesmo em períodos de baixo crescimento ou até mesmo de recessão, a economia brasileira tem espaço para redução da taxa básica de juros, a Selic, sem levar a&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estudo do Ipea mostra que reduções na Selic não estimulariam a inflação</strong></p>
<p>Mesmo em períodos de baixo crescimento ou até mesmo de recessão, a economia brasileira tem espaço para redução da taxa básica de juros, a Selic, sem levar a um aumento da inflação, apontou estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta quinta-feira (17).</p>
<p>O levantamento comparou as decisões da política monetária brasileira entre 2003 e 2010 e verificou a relação entre a queda da taxa de juros e o aumento da inflação. A Selic, definida pelo Copom (Comitê de Política Econômica), do Banco Central, é um instrumento a favor do governo para estimular ou frear o consumo e, assim, controlar a elevação geral dos preços.</p>
<p>O estudo concluiu que os períodos em que a economia brasileira esteve em recessão (crescimento negativo) poderiam ter sido aproveitados para provocar uma queda da taxa básica de juros caso não houvesse outros fatores de estímulo ao desenvolvimento do País. </p>
<p>No período avaliado, se a inflação tivesse sido combatida em fases de crescimento normal da economia por meio de elevações da Selic acima do esperado, os juros teriam tido aumentos muito significativos. </p>
<p>O Ipea ressalta que as conclusões sobre o período de 2003 a 2010 foram muito específicas ao período e não podem ser aplicadas diretamente em momentos posteriores, como os anos atuais. </p>
<p><strong>Trajetória da taxa básica de juros</p>
<p></strong>No último dia 18 de abril, o Copom reduziu a Selic pela sexta vez consecutiva. Com a decisão, a taxa básica de juros passou de 9,75% ao ano para 9% ao ano.</p>
<p>A meta para a inflação deste ano é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais. Ou seja, pode chegar a 2,5% ou subir a 6,5%, que mesmo assim estará dentro dos planos do governo.</p>
<p>O corte de 0,75 ponto percentual já era esperado pela maioria do mercado financeiro brasileiro. A redução representa a continuidade de um ciclo de queda dos juros iniciado em agosto do ano passado, quando a Selic recuou de 12,5% para 12% ao ano.</p>
<p><strong>O impacto da Selic<br />
</strong><br />
A Selic é chamada de taxa básica porque é a mais baixa da economia e funciona como um piso para a formação dos demais juros cobrados no mercado, que são influenciados também por outros fatores, como o risco de quem pegou o dinheiro emprestado não pagar a dívida. </p>
<p>Ela é usada nos empréstimos interbancários (entre bancos) e nas aplicações que os bancos fazem em títulos públicos federais. É a partir da Selic que as instituições financeiras definem também quanto vão pagar de juros nas aplicações dos seus clientes. </p>
<p>Ou seja, a taxa básica é o que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo para empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos, a um custo muito mais alto. Por isso, os juros que os bancos cobram dos clientes é superior à Selic.</p>
<p><strong>Juros mais baixos nos bancos<br />
</strong><br />
Embora esse último corte ainda não tenha chegado ao bolso do consumidor, os principais bancos de varejo do País reduziram os juros ao consumidor. Desde abril, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander já praticam novas taxas.</p>
<p>Fonte: R7.com</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Dólar opera em queda nesta sexta-feira</title>
		<link>http://www.houseconsultoria.com.br/dolar-opera-em-queda-nesta-sexta-feira-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 12:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<h2><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #000000;">Rebaixamento dos bancos espanhóis pela Moody&#8217;s ainda pesa no mercado. Na quinta-feira, a moeda encerrou com avanço de 0,23%, a R$ 2,006.</span></strong></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">O dólar opera em queda nesta sexta-feira (18), seguindo o movimento do euro, após sucessivas valorizações da divisa</span>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-size: small;"><strong><span style="color: #000000;">Rebaixamento dos bancos espanhóis pela Moody&#8217;s ainda pesa no mercado. Na quinta-feira, a moeda encerrou com avanço de 0,23%, a R$ 2,006.</span></strong></span></h2>
<p><span style="color: #000000;">O dólar opera em queda nesta sexta-feira (18), seguindo o movimento do euro, após sucessivas valorizações da divisa dos Estados Unidos no mundo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A divisa opera nesta manhã abaixo do patamar de R$ 2, que atingiu  na última terça-feira pela primeira vez desde 10 de julho de 2009.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ainda pesa sobre o  mercado o rebaixamento dos bancos espanhóis pela Moody&#8217;s  da classificação da dívida da Grécia pela Fitch.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Perto das 9h20 (horário de Brasília), a moeda norte-americana recuava 0,36%, para R$ 1,9988.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na quinta-feira (17), a moeda norte encerrou com avanço de 0,23%, a R$ 2,006, a maior cotação desde 28 de maio de 2009, quando fechou em R$ 2,009. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">As negociações foram instáveis na véspera. A moeda abriu os negócios em terreno positivo, mas pouco tempo depois mudou de direção e passou a recuar. Perto do hora de encerramento, a divida voltou a subir.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: G1.com</span></p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #000000;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></span></p>
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		<title>&#8216;Prévia&#8217; do PIB aponta alta de 0,15% no 1º trimestre, diz Banco Central</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 12:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<h2><span style="font-size: small;"><strong>Crescimento foi registrado sobre os três últimos meses do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, elevação foi de 1,06%.</strong></span></h2>
<p>O nível de atividade econômica do país registrou queda pelo terceiro mês seguido, de 0,35%, em março deste ano,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-size: small;"><strong>Crescimento foi registrado sobre os três últimos meses do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, elevação foi de 1,06%.</strong></span></h2>
<p>O nível de atividade econômica do país registrou queda pelo terceiro mês seguido, de 0,35%, em março deste ano, na comparação com o mês anterior, informou nesta sexta-feira (18) o Banco Central.</p>
<p>Com isso, o Índice de Atividade Econômica do BC, o IBC-Br, que é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do PIB pela autoridade monetária, fechou o primeiro trimestre de 2012 com alta de 0,15% ante o trimestre anterior. Isso mostra desaceleração frente ao crescimento de 0,19% do terceiro para o quarto trimestre do ano passado.</p>
<p>Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, porém, a elevação foi de 1,06%, segundo números da autoridade monetária. Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste sazonal – considerada mais apropriada por economistas</p>
<p>A previsão oficial do governo para o crescimento da economia brasileira neste ano, que consta no orçamento de 2012, está, até o momento, em 4,5%. Para o BC, porém, o crescimento será de 3,5% neste ano. Já o mercado financeiro projeta uma expansão da economia de 3,20% em 2012.</p>
<p><strong>Resultado de 2011</strong></p>
<p>Em todo ano passado, o crescimento do PIB foi de 2,7%. Por setores, a agropecuária liderou o crescimento no ano, com alta de 3,9%, seguida por serviços (2,7%) e indústria (1,6%). A indústria de transformação, por sua vez, registrou crescimento de apenas 0,1%.</p>
<p>Com base neste cenário, o governo já começou a adotar medidas para estimular a economia. Além do processo de corte dos juros, a equipe econômica tem atuado para que o dólar fique em um patamar mais alto, para elevar as exportações. Atualmente, o dólar está ao redor de R$ 2.</p>
<p>O governo federal também lançou, recentemente, um pacote de estímulo à competitividade das empresas brasileiras, englobando a ampliação do processo de desoneração da folha de pagamentos; o aumento e barateamento da oferta de crédito para o setor produtivo; além de ações de defesa comercial e do lançamento de um novo regime automotivo – que pretende estimular investimentos no Brasil e aumento do conteúdo local (peças nacionais).</p>
<p><strong>Definição dos juros</strong></p>
<p>O IBC-Br é uma das ferramentas utilizadas pelo Banco Central para definir a taxa básica de juros da economia brasileira. Atualmente, os juros básicos estão em 9% ao ano. A taxa começou o ano de 2012 caindo para estimular o nível de atividade econômica, em meio aos efeitos da crise financeira internacional. A previsão do mercado financeiro é de que os juros recuem para 8,5% ao ano no fim deste mês e que terminem 2012 em 8% ao ano. </p>
<p>Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.</p>
<p><strong>IBC-Br</strong></p>
<p>Antes divulgado por estados, e por regiões, desde o início do ano passado o indicador passou a ser calculado com abrangência nacional. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além dos impostos.</p>
<p>&#8220;A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores da economia acrescida dos impostos sobre produtos, que são estimados a partir da evolução da oferta total (produção mais importações)&#8221;, explicou o Banco Central.</p>
<p>Fonte: G1.com</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Declaração Anual do Simples Nacional vai até dia 31 de maio</title>
		<link>http://www.houseconsultoria.com.br/declaracao-anual-do-simples-nacional-vai-ate-dia-31-de-maio/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Empreendedores individuais devem acertar contas com a receita para não perder benefícios</strong></p>
<p>Todo Empreendedor Individual (EI) tem até às 23h59 do dia 31 de maio para entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), referente ao ano de 2011. A&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empreendedores individuais devem acertar contas com a receita para não perder benefícios</strong></p>
<p>Todo Empreendedor Individual (EI) tem até às 23h59 do dia 31 de maio para entregar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), referente ao ano de 2011. A lei obriga a todos que abriram empresas em 2010 e 2011 a prestar contas à Receita Federal para que permaneçam na categoria, sem multas ou perda de benefícios fiscais. A declaração é indispensável para que o empreendedor possa emitir o Documento de Arrecadação Simplificada (DAS), por meio do qual fará o pagamento do imposto único mensal.</p>
<p>No Pará, 51.766 empreendedores individuais devem entregar a declararação. “Nós do Sebrae estamos preocupados, pois vários empreendedores correm o risco não só de dever tributos e pagar multa, mas também de sair do sistema simplificado de tributação”, explica Eliamar Braga, analista de Atendimento Individual do Sebrae no Pará.</p>
<p>Para realizar a Declaração Anual do Simples Nacional, basta acessar o site da Receita Federal, tendo em mãos o CNPJ e as informações referentes à receita bruta total relativa ao ano-calendário anterior. Todo o processo é realizado exclusivamente pela Internet, utilizando aplicativo específico disponível no Portal do Simples Nacional, menu Contribuintes, opção Simples Nacional. A página tem acesso via certificado digital ou código, e sua utilização é on-line, ou seja, sem a possibilidade de se realizar o download. Dessa forma, para a transmissão da declaração, não é utilizado o programa Receitanet.</p>
<p>Em 2011, cerca de 40% dos empreendedores não fizeram a declaração. Os que continuam sem apresentar seus dados à receita correm o risco de perder os benefícios conquistados e pagar uma multa de R$50. Para auxiliar os empresários a realizar a DASN, o Sebrae promove palestras semanais, além de prestar esclarecimentos nos escritórios regionais e pela Central de Relacionamento 0800 570 0800.</p>
<p>Fonte: Agência Sebrae de Notícias</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Alta do dólar pressiona custos de setores da indústria</title>
		<link>http://www.houseconsultoria.com.br/alta-do-dolar-pressiona-custos-de-setores-da-industria/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Demanda fraca impede indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar de repassar alta de custos para os preços</strong></p>
<p>A alta do câmbio dos últimos meses, que só em maio se valorizou 4,25% em relação ao real, deixou as indústrias que&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Demanda fraca impede indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar de repassar alta de custos para os preços</strong></p>
<p>A alta do câmbio dos últimos meses, que só em maio se valorizou 4,25% em relação ao real, deixou as indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar numa saia-justa. Ao mesmo tempo que essas empresas são forçadas a aceitar os aumentos de preços em reais dos insumos por causa da elevação do câmbio, elas não conseguem passar essa elevação de custos para os seus preços por causa do enfraquecimento da demanda. “Somos o r echeio do s anduíche”, compara o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, sobre a situação dos transformadores de resinas plásticas em produtos acabados.</p>
<p>Ele explica que o setor sofre pressões de dois lados. Nos últimos dois meses, os preços das resinas plásticas em reais subiram entre 7% e 12%, dependen-do do tipo de produto. A elevação de preço é resultado do aumento do câmbio e do preço do petróleo no mercado internacional, que é a base da resina. A resina plástica representa cerca de 60% do custo total de um produto de plástico. O repasse desse aumento de custo da resina para o preço final do produto transformado, por sua vez, está difícil por causa da demanda fraca. Só no primeiro trimestre, as vendas de produtos transformados de plástico, isto é de embalagens até itens que integram eletroeletrônicos, como gabinetes plásticos, por exemplo, caíram 6% em relação a igual período de 2011, diz Coelho. Aço. A história se repete com outros setores da indústria. “Nos últimos 30 dias, os preços do aço em reais aumentaram 5%”, conta o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), César Prata. Ele explica que o aumento reflete a alta do câmbio e o impacto da elevação do minério de ferro, matéria &#8211; prima básica cotada em dólar e básica para a siderurgia. “Não conseguimos repassar essa alta de custo de matéria-prima para as máquinas porque sofremos concorrência direta das máquinas importadas”, conta Prata. Com a crise no mercado internacional, os preços em dólar das máquinas caíram entre 20% e 30%. “Boicotados pela Ásia, os fabricantes europeus procuram vender seus produtos no Brasil, mesmo com um Imposto de Importação de 14% sobre os produtos”, explica o vice-presidente da Abimaq.</p>
<p>Os fabricantes de caixas de papelão enfrentam problema semelhante às indústrias transformadoras de resinas plásticas e às demáquinas. Roberto Silva, sócio diretor da Anhembi Embalagens, que produz caixas de papelão para a indústria de alimentos e cosméticos, diz que o preço do papelão em reais subiu 8% em abril por causa do dólar e da cotação da celulose no exterior. “Estamos repassando essa alta para o preço da caixa com muito sacrifício. Não está fácil”, diz ele. A alternativa tem sido parcelar reajustes e buscar novos clientes que aceitem os aumentos.</p>
<p>Fonte: O Estado de S.Paulo</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Dólar sobe nesta segunda-feira por preocupações com Grécia</title>
		<link>http://www.houseconsultoria.com.br/dolar-sobe-nesta-segunda-feira-por-preocupacoes-com-grecia/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<h2><span style="font-size: small;"><strong>Impasse político no país aumenta a aversão a risco no cenário externo.  Na sexta-feira, dólar fechou em leve alta de 0,2%, cotado a R$ 1,9560.</strong></span></h2>
<p>O dólar comercial abriu os negócios nesta segunda-feira (14) com alta de mais de 1%&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-size: small;"><strong>Impasse político no país aumenta a aversão a risco no cenário externo.  Na sexta-feira, dólar fechou em leve alta de 0,2%, cotado a R$ 1,9560.</strong></span></h2>
<p>O dólar comercial abriu os negócios nesta segunda-feira (14) com alta de mais de 1% ante o real diante da forte aversão ao risco nas praças internacionais, uma vez que os investidores seguem preocupados com o impasse político na Grécia.</p>
<p>Às 9h51, a moeda norte-americana subia 1,43%, cotada a R$ 1,9840 na venda.</p>
<p>&#8220;O dólar está totalmente sintonizado com o mercado lá fora&#8221;, disse o operador de câmbio da Interbolsa do Brasil, Ovidio Soares.</p>
<p>Na sexta-feira (11), após um dia de instabilidade, o dólar fechou em leve alta de 0,2%, cotado a R$ 1,9560 para venda. Na última semana, a moeda dos Estados Unidos teve valorização de 1,56%.</p>
<p>Fonte: G1.com</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Mercado prevê corte maior de juros neste ano e mais inflação</title>
		<link>http://www.houseconsultoria.com.br/mercado-preve-corte-maior-de-juros-neste-ano-e-mais-inflacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><strong>Expectativa para juros no fim deste ano recua de 8,5% para 8% ao ano. Já previsão dos analistas para o IPCA de 2012 sobe de 5,12% para 5,22%.</strong></span></p>
<p>Os economistas dos bancos baixaram, na última semana, de 8,5% para 8%&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><strong>Expectativa para juros no fim deste ano recua de 8,5% para 8% ao ano. Já previsão dos analistas para o IPCA de 2012 sobe de 5,12% para 5,22%.</strong></span></p>
<p>Os economistas dos bancos baixaram, na última semana, de 8,5% para 8% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia brasileira no fim deste ano, informou a própria autoridade monetária nesta segunda-feira (14). O BC realiza semanalmente pesquisa com mais de 100 instituições financeiras, que dá origem ao relatório de mercado, também conhecido como boletim Focus, documento que foi divulgado hoje.</p>
<p>Para o fim de maio, quando acontece a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), colegiado formado pela diretoria e presidente do BC, responsável por fixar os juros básicos da economia, a previsão dos economistas dos bancos para os juros permaneceu em 8,5% ao ano. Isso pressupõe um corte de 0,5 ponto percentual no fim deste mês, visto que a taxa, atualmente, está em 9% ao ano.</p>
<p><strong>Menor patamar de juros da história</strong><br />
Caso este patamar de juros em 8,5% ao ano no fim de maio se confirme, será o menor da história. Até o momento, a menor taxa de juros já registrada foi de 8,75% ao ano. Na última semana, porém, os economistas também passaram a acreditar que o Banco Central promoverá outro corte nos juros básicos até o fim de 2012, baixando a taxa Selic para 8% ao ano no fechamento deste ano.</p>
<p>Para 2013, o mercado financeiro também continuou prevendo aumento na taxa de juros. Entretanto, a previsão também se alterou. Na última semana, o mercado baixou de 10% para 9,75% ao ano sua estimativa para os juros no fim do ano que vem. Deste modo, embora o mercado ainda preveja elevação dos juros em 2013, este aumento seria menor.</p>
<p><strong>Mudança de discurso e poupança</strong></p>
<p>A previsão de um novo corte nos juros, no fim deste mês, vem após o Banco Central ter mudado o discurso e informado que &#8220;qualquer movimento de flexibilização monetária [redução da taxa básica] adicional deve ser conduzido com parcimônia [moderação]&#8220;. Com isso, o BC deixou a porta aberta para novas reduções nos juros básicos da economia. Também acontece após o governo ter alterado as regras da poupança, permitindo cortes maiores nos juros.</p>
<p><strong>Sistema de metas de inflação</strong><br />
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p>Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistema de metas.<strong></strong>Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, a previsão dos analistas dos bancos subiu de 5,12% para 5,22% na semana passada. Para 2013, porém, a previsão do mercado para o IPCA recuou de 5,56% para 5,53%.</p>
<p>Inflação</p>
<p><strong>PIB e câmbio</strong></p>
<p>Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012, a estimativa do mercado financeiro caiu de 3,23% para 3,20%. Para 2013, a projeção de expansão econômica, do mercado financeiro, permaneceu estável em 4,30% na última semana.</p>
<p>Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2012 subiu de R$ 1,81 para R$ 1,85 por dólar. Para o fechamento de 2013, a estimativa também avançou de R$ 1,81 para R$ 1,85 por dólar.</p>
<p><strong>Balança comercial</strong><br />
A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2012 permaneceu estável em US$ 19,22 na semana passada. Para 2013, a previsão do mercado para o saldo positivo da balança comercial brasileira subiu de US$ 14,7 bilhões para US$ 14,9 bilhões.</p>
<p>Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil recuou de US$ 56,7 bilhões para US$ 55,7 bilhões. Para 2013, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros diretos avançou de US$ 56,4 bilhões para US$ 57 bilhões. </p>
<p>Fonte: G1.com</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Dólar cai 0,53%, cotado a R$ 1,9521 na venda e encerra sequência de quatro altas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Desta forma, a divisa encerrou uma sequência de quatro altas consecutivas.</strong></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desta forma, a divisa encerrou uma sequência de quatro altas consecutivas.</strong></p>
<p>O dólar comercial encerrou essa quinta-feira (10) com desvalorização de 0,53%, cotado a R$ 1,9521 na venda. Após iniciar a sessão no campo positivo, a moeda norte-americana logo passou a cair e intensificou as perdas durante a tarde. Desta forma, a divisa encerrou uma sequência de quatro altas consecutivas.</p>
<p>Além da agenda dos EUA, o mercado recebeu aavaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que a recente alta do dólar, atualmente acima da casa de R$ 1,90, vai beneficiar a indústria brasileira e não é motivo de preocupação para o governo. Ainda por aqui, o IGP-M (Índice Geral de Preços –Mercado) apontou novo aumento da inflação, indo para 0,89% na primeira medição de maio.</p>
<p>Indicadores norte-americanos</p>
<p>Nesta sessão, o mercado repercutiu a forte agenda de indicadores dos EUA, destaque para a balança comercial norte-americana, que mostrou déficit de US$ 51,8 bilhões, apenas ligeiramente pior que as projeções dos analistas, de US$ 50,2 bilhões. Já o Initial Claims marcou 367 mil novos pedidos de auxílio-desemprego no país, contra expectativa de 365 mil solicitações, mas com melhora na comparação com o período anterior, que foi de 368 mil.</p>
<p>Enquanto isso, os preços de importações nos Estados Unidos, excluindo o petróleo, registraram avanço de 0,1% durante o mês de abril, enqunato que a inflação dos bens exportados foi de 0,2% no mesmo mês. Os EUA ainda divulgaram o orçamento do governo, que registrou superávit de US$ 59 bilhões em abril. Desta forma, o Treasury Budget registrou seu primeiro mês positivo desde 2008, interrompendo uma sequência de 42 meses no vermelho.</p>
<p>Melhora no cenário europeu</p>
<p>A Europa também não esteve distante do radar. Na Espanha, a notícia de que o governo nacionalizará uma fatia de 45% do Bankia trouxe bons ares aos investidores, diante da preocupação do país com o setor bancário. Sobre a Grécia, vale destacar o relatório divulgado pelo Barclays, projetando que, mesmo com o cenário político incerto o país não deverá sair da Zona do Euro.</p>
<p>Dólar comercial, futuro e Ptax</p>
<p>O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,9515 na compra e R$ 1,9521 na venda, baixa de 0,53% em relação ao fechamento anterior. Apesar desta queda, o dólar acumula valorização de 2,37% em maio, frente à alta de 4,42% registrada no mês passado. No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 4,47%.</p>
<p>Na BM&amp;F, o contrato futuro com vencimento em junho segue cotado a R$ 1,960, valor abaixo em relação ao fechamento de R$ 1,982 da última quarta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, atinge o patamar de R$ 1,968 frente à R$ 1,990 do fechamento da sessão anterior.</p>
<p>O dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&amp;FBovespa, fechou a R$ 1,9581, leve alta de 0,02% sobre a cotação de R$ 1,9577 de quarta-feira.</p>
<p>Dólar pronto e FRA de Cupom</p>
<p>O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&amp;F Bovespa, registrava R$ 1,9460000.</p>
<p>Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, opera a 0,90 para julho de 2012.</p>
<p>Fonte: Infomoney</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Redução de juros, gestão de risco e sustentabilidade do crédito</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><strong>Redução de juros, gestão de risco e sustentabilidade do crédito</strong></p>
<p>A recente redução nas taxas de juros pelos principais bancos brasileiros é muito bem-vinda. Juros mais baixos podem ser associados a aumento de consumo e de produção e, por consequência,&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Redução de juros, gestão de risco e sustentabilidade do crédito</strong></p>
<p>A recente redução nas taxas de juros pelos principais bancos brasileiros é muito bem-vinda. Juros mais baixos podem ser associados a aumento de consumo e de produção e, por consequência, à ampliação de emprego e renda, fazendo a “roda” da economia girar.</p>
<p>Essa iniciativa do governo tem o objetivo de dar mais fôlego ao crédito, um dos pilares do nosso processo de desenvolvimento econômico. E parece razoável, uma vez que o atual regime de quase pleno emprego pode sustentar nosso nível de endividamento, numa avaliação mais geral. No detalhe, porém, percebe-se que uma grande quantidade de consumidores já atingiu o limite. Os brasileiros apresentam hoje um comprometimento de renda de 22%, que já supera o dos americanos, em torno de 16%.</p>
<p>Essa situação, sem dúvida, contribuiu para o aumento da inadimplência em 2011. Entretanto, o que chama a atenção é que não estamos numa recessão; ao contrário, vivenciamos um ambiente de baixíssimo desemprego e aumento de renda. Parece que muita gente ficou empolgada com tanta oferta de crédito e perdeu o controle. A situação piorou quando a inflação e as taxas de juros começaram a subir.</p>
<p>Algumas estatísticas reforçam essa tese. Em 2011, cerca de 90 milhões de brasileiros foram consultados para a realização de 350 milhões de negócios. No período, 22,4 milhões de pessoas entraram na base de inadimplentes. A boa notícia é que 19,3 milhões conseguiram recuperar sua situação creditícia. São números expressivos da Serasa Experian que ilustram bem a dificuldade que grande parte dos consumidores teve para honrar compromissos. Outro dado preocupante é que os inadimplentes não apresentam uma ou duas dívidas em atraso, mas, sim quatro, e cerca de 60% deles possuem dívidas superiores a 100% de sua renda estimada. Claramente, uma situação de insolvência.</p>
<p>O consumidor noviciado no crédito potencializa esse quadro, associado à falta de controle dos gastos e, principalmente, de um cadastro positivo que permitisse avaliar de forma objetiva o comprometimento de renda dos tomadores diante de novos empréstimos.</p>
<p>Felizmente, há um grande esforço para que o cadastro positivo seja rapidamente implementado e comece a gerar benefícios. É uma medida de grande alcance, que viabiliza e dá sustentação ao crescimento do crédito de maneira mais eficiente, fomentando um ambiente de negócios com taxas de juros mais justas que privilegiam o bom pagador.</p>
<p>Fonte: Revista Incorporativa</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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		<title>Contribuinte já pode verificar se há erro na declaração do IR</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Acir</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Receita libera consulta; se houver incorreção, basta retificá-la</strong></p>
<p>Os contribuintes já podem consultar a situação da sua declaração do Imposto de Renda deste ano no site da Receita Federal e, em caso de problemas, saber o que será preciso corrigir&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Receita libera consulta; se houver incorreção, basta retificá-la</strong></p>
<p>Os contribuintes já podem consultar a situação da sua declaração do Imposto de Renda deste ano no site da Receita Federal e, em caso de problemas, saber o que será preciso corrigir por meio de uma declaração retificadora.</p>
<p>A Receita liberou ontem o processamento das declarações entregues neste ano.</p>
<p>O acesso pode ser feito pelo sistema e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte).</p>
<p>Segundo o supervisor do IR, Joaquim Adir, todos os documentos entregues até 30 de abril já estão disponíveis no sistema. &#8220;Se faltou algum, será algo muito específico.&#8221;</p>
<p>Para as declarações entregues e que não tenham problemas aparecerá a mensagem &#8220;em processamento&#8221; -o que significa que ela já passou pela análise e não caiu na malha fina.</p>
<p>Quem teve IR a pagar e já começou o pagamento das cotas, ou quem tem 60 anos ou mais de idade e deverá receber a restituição no primeiro lote, em 15 de junho, terá a mensagem de que a declaração foi &#8220;processada&#8221;.</p>
<p>Segundo Adir, há casos de contribuintes que receberão no primeiro lote mas que ainda não tiveram a declaração liberada.</p>
<p>No primeiro lote de restituições terão prioridade os idosos e quem entregou a declaração no início de março.</p>
<p>Os demais lotes normais de restituição serão pagos até dezembro.</p>
<p><strong>SISTEMA MOSTRA ERROS</strong></p>
<p>Se a declaração do contribuinte tiver algum erro, o sistema mostrará a mensagem &#8220;com pendência&#8221;. O próprio programa e-CAC apontará as divergências, que deverão ser corrigidas via retificação.</p>
<p>Segundo a Receita, a maior parte dos problemas refere-se a divergências nos rendimentos recebidos de pessoas jurídicas, como quando o contribuinte tem uma segunda fonte de renda e se &#8220;esquece&#8221; de informar o que ganhou no ano anterior.</p>
<p>Outro erro muito comum é o &#8220;esquecimento&#8221; de informar rendimentos de aluguel recebidos de pessoas físicas e de empresas. Divergências em gastos médicos e com dependentes também deixam a declaração na malha.</p>
<p>Fonte: Folha de S.Paulo</p>
<p><span style="font-size: xx-small;">As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.</span></p>
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